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terça-feira, 5 de maio de 2015

Ex-prefeito de Turmalina é absolvido de acusação de ter pago para não ser cassado

O ex-prefeito de Turmalina, na Região do Vale do Jequitinhonha, Soelson Barbosa Araújo, foi absolvido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) no processo em que foi acusado de pagamento a um vereador da cidade para votar contra o processo de sua própria cassação, quando exercia o segundo mandato na prefeitura, em fevereiro de 2007. Hoje, ele está fora da politica e trabalha em Belo Horizonte.

Soelson Barbosa foi acusado de pagamento de R$ 57 mil ao então vereador Adil Pinheiro de Castro. Juntamente com o ex-vereador, o ex-prefeito foi condenado a cinco anos de reclusão pela juíza Ana Paula Lobo Freitas, da Comarca de Turmalina, e recorreu da decisão.

De acordo com a denúncia, o ex-prefeito teria procurado o Edil Pinheiro Castro e dois irmãos do vereador, Edio e Hélio Pinheiro Castro, oferecendo a proposta de um imóvel e quantia em dinheiro, o que resultaria no montante de R$ 57 mil. Soelson Barbosa negou a acusação, mas não conseguiu se livrar da condenação na primeira instância, recorrendo ao Tribunal de Justiça, onde foi absolvido pela falta de provas.


“Eu e minha família sofremos muito ao longo desses oito anos. As pessoas me evitavam e parecia até que eu tinha uma doença contagiosa”, diz o ex-prefeito, reclamando que passou a atuar na área de consultoria empresarial, mas que perdeu vários negócios por causa do processo a que respondeu. Ele disse ainda que o Tribunal de Justiça o absolveu e condenou o ex-vereador que o acusou do pagamento de vantagem para não votar a favor do processo de cassação do mandato de prefeito.

Preso em Padre Paraiso “Rei dos Ladrões” da cidade e região.


Alexandro de Souza Ferreira Santos (31 anos), conhecido pela alcunha de “Alex”, filho de João Batista Ferreira Santos e Lenise Donizete Souza Santos, residente à Rua Oito, Vila Vieira, foragido da Justiça, foi retirado da circulação social de Padre Paraiso ao amanhecer deste  5 de maio.

Aproximadamente 5:30h o meliante foi surpreendido pela guarnição da Policia Militar comandada pelo Tente Sandro.

O Bandido é conhecido por toda a cidade, mas a policia, ainda não havia o apreendido, por falta de flagrante e fugas constantes do elemento.

No ultimo final de semana o facínora fez assaltou uma loja na cidade segundo informações de denuncia  anônima. Mas por se tratar de um foragido da Justiça toda a região já estava à procura.

Detalhes da ação da polícia e do bandido,  publicaremos ainda nesta edição da semana.



domingo, 3 de maio de 2015

Jovem de 23 anos suicida enforcado em Teófilo Otoni



A policia Militar, foi acionada pela solicitação de Luiz Henrique de Morais (61 anos), proprietário de uma borracharia no Bairro São Cristóvão, em Teófilo Otoni no Vale do Mucuri, assim que encontrou  seu funcionário Rogério Pereira de Jesus (23 anos, dependurado numa jaqueira (árvore), com uma corda no pescoço, já sem vida.

Pelo fato do corpo está sem vida, a policia técnica foi acionada, comparecendo ao local recolhendo o cadáver e conduzindo para o IML.

Para o proprietário da borracharia, foi uma surpresa, pois desconhecia qualquer razão que levasse a vítima a tal ato.

Fonte: Policial PM- Gerson Neves

Prefeito de Ouro Verde de Minas é baleado

Prefeito de Ouro Verde de Minas (Vale do Mucuri) alvejado por tiros na zona rural Gezinho (PT) ou Geraldo José Luiz Lima, na manhã deste sábado dia 02, por volta das dez horas,  estava na zona rural, acompanhava  a terraplanagem no local, quando dois elementos, numa moto Tornado de cor preta dispararam 3 tiros atingindo Gezinho, o motivo é ainda desconhecido e os autores também ignorados.


A polícia está nos encalço dos criminosos.

Prezado Leitor

 Pelo fato de Leis, códigos das leis, estatutos, regulamentos, e tudo aquilo que informa sobre os direitos e deveres do cidadão, serem em grande parte muito grande, resolvemos tornar mais fácil sua pesquisa, abrindo uma página especifica para isto.

Mesmo porque sendo uma página especifica, as publicações permaneceram no mesmo lugar, sem dificuldade alguma para sua pesquisa. Basta ir direto as páginas, para acessar veja no inicio da pagina principal à sua direita o título do que procura no “menu páginas”, o que pode lhe interessar, aí é só clicar e pronto.


Faremos constantes atualizações.

Governos estão distantes da meta de ensino imposta pela lei do Plano Nacional de Educação


O Plano Nacional de Educação criou 20 metas a serem alcançadas até 2024, como universalizar a oferta de ensino dos 4 aos 17 anos e aumentar a alfabetização

Perto do prazo para aprovar a adoção das ações regionais de implementação do PNE, só três estados cumpriram o objetivo. Nos municípios, situação é pior
Brasília – Faltando menos de dois meses para terminar o prazo de aprovação dos planos estaduais e municipais de educação, muitas unidades enfrentam dificuldades. Apenas três estados sancionaram os planos. A data de 25 de junho foi imposta pela lei do Plano Nacional de Educação (PNE), sancionada pela presidente Dilma Rousseff em junho de 2014. Durante esses 12 meses, estados e municípios tinham que passar por oito etapas, começando pela constituição de uma comissão coordenadora e terminando no sancionamento dos planos locais.

Alagoas é o estado mais atrasado. O diagnóstico — segundo passo da elaboração — só foi concluído na semana passada. Outras seis unidades da Federação também cumpriram essa etapa, 10 finalizaram os documentos-base, duas realizaram consultas públicas e cinco finalizaram a elaboração dos projetos de lei. Nos municípios, a principal dificuldade é nas pequenas cidades, devido à falta de equipe técnica. Em 1.841, o diagnóstico não foi concluído, e apenas 77 tiveram as leis sancionadas.

Para Juliano Brito, coordenador do Fórum Estadual Permanente de Educação do Estado de Alagoas, a troca de gestão foi a principal dificuldade. “A Secretaria de Educação do estado demorou muito para iniciar o processo durante a saída de um governo e a entrada de outro. Foi a partir deste ano que começou, de fato, a trabalhar em cima do plano”, afirma. A expectativa é fazer consultas públicas nos próximos 15 dias e encaminhar o projeto de lei para a Assembleia Legislativa até 27 de maio. “Estamos fazendo a articulação com os deputados para que (o texto) não demore muito para ser apreciado”, completa Brito.

Em Mato Grosso, um dos primeiros estados a sancionar a lei, cumprir o prazo só foi possível porque as discussões começaram antes da aprovação do PNE. “O estado já vem discutindo desde 2011, e a lei foi aprovada em junho de 2014, próximo à data do plano nacional e em consonância com as metas”, conta Alfredo Ojima, coordenador estadual dos planos municipais de educação. De acordo com ele, todos os municípios do estado devem conseguir cumprir a meta.

ARTICULAÇÃO O Ministério da Educação (MEC) instituiu, por meio da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase), a rede de assistência técnica para contribuir com a elaboração dos planos, em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Há um coordenador em cada unidade da Federação e 237 técnicos distribuídos pelos municípios. De acordo com o MEC, “o número de avaliadores educacionais é diferente para cada estado, mas sempre procurando respeitar o quantitativo de cerca de 25 municípios para cada avaliador técnico”.

O PNE instituiu 20 metas a serem alcançadas até 2024. Entre os objetivos estão universalizar a oferta de ensino dos 4 aos 17 anos, aumentar a taxa de alfabetização, melhorar a qualidade da educação básica e superior e valorizar os profissionais da educação. O plano também prevê aumento gradual dos investimentos no setor nos próximos 10 anos, até atingir 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2012, o investimento público no setor foi 5,3% do PIB, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Impacto direto em obras
Como se não bastassem todos esses problemas, as capitais brasileiras, especialmente Rio e São Paulo, sofrem com o impasse em torno da troca do indexador da dívida e a necessidade de pagar os precatórios, com base em decisão do Supremo Tribunal Federal, até 2019. Endividados, os municípios não têm como investir. “O que não posso é ficar na insegurança do reembolso. Temos bilhões em projetos licitados. A gente quer tocar o PAC em São Paulo”, disse Haddad.

Na terça-feira, o Senado aprovou o projeto que obriga a União a colocar em prática o novo indexador das dívidas dos estados (PLC 15/2015 complementar). O texto havia sido aprovado em 2014, mas o governo não regulamentou a lei, o que atrasou a aplicação. A proposta transfere para o ano que vem a aplicação dos novos índives de correção das dívidas dos estados e municípios com a União. O documento obrigava, inicialmente, a adoção dos novos índices num prazo de 30 dias, o que garantiria um alívio mais rápido aos caixas de prefeitos e governadores. Com a mudança, o projeto terá que voltar à Câmara dos Deputados.

A situação econômica ruim também traz um grande impacto para o setor de obras. Levantamento feito pela Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor) mostra que pelo menos 609 contratos para manutenção e construção de obras federais estão com pagamentos atrasados. A dívida acumulada do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) com as empresas associadas {a Aneor chega a cerca de R$ 1,4 bilhão, em parcelas não pagas desde dezembro.


“Este ano, o impacto desse arrocho econômico não ficará tão evidente para a população, mas em 2016, com o comprometimento das obras de manutenção (2/3 dos contratos em vigor no segmento com o DNIT), teremos estradas em péssimas condições de tráfego, com mais buracos e oferecendo riscos à segurança dos que trafegarem nelas”, disse o presidente da Aneor, José Alberto Pereira Ribeiro. Na última semana, o ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, chegou a dizer que as obras já haviam parado, mas depois voltou atrás na declaração. Ele disse esperar ter recursos até o fim deste mês, mas terá obras prioritárias.