RB informática

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domingo, 12 de abril de 2015

Tv Alterosa de Divinópolis MG arrombada



O Bandido, veio pelo telhado do vizinho, quebrou o vidro da redação de jornalismo, revirou quatro salas, levou 2 celulares, 2 notebook e tablete.


Na pia do banheiro foi encontrado papéis sujos de sangue possivelmente das mãos feridas ao quebrar os vidros.

O meliante, bastante tranquilo e cara de pau, pois foi a cozinha e tomou lanche. Ao sair apagou a luz, bem cuidadoso este canalha.

Segundo a polícia técnica, o arrombador deixou pistas, para ser encontrado sem muitas dificuldades, digitais a serem analisadas, recebeu o apelido de Homem Aranha, e já está sendo rastreado.


sexta-feira, 10 de abril de 2015

ASSALTOS DIÁRIOS EM PADRE PARAISO


Ontem à noite a Agência da Gontijo, dois elementos encapuzados.

Hoje pouco mais das 18 horas, outro assalto, a poucos metros do acontecido ontem, porem hoje os meliantes se deram mau, a policia ao ser acionada deslocou de imediato, mas chegando ao local os marginais já haviam evadido. A guarnição PM, pôs em perseguição, conseguindo apanhar os dois delinquentes.

 Apreendidos e conduzidos ao quartel, a policia militar os levará para Pedra Azul para os procedimentos necessários.

Os policiais recolheram a mídia da câmera do Posto JK, para prova do assalto, a vítima do auto posto, também será conduzido para a Delegacia de Pedra Azul, para a ocorrência e ser ouvido pelo Escrivão, que possivelmente lavrara todo o fato, para que o delegado faça a autuação do flagrante.  A arma da posse do bandido foi descartada antes da presença da policia, que retornará e fará buscas pelo trajeto percorrido pelos bandidos.


Detalhes logo mais, aguardem.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Vice-Prefeito de Padre Paraiso declara porque afastou da Prefeitura



Conversa com o Parlamentar

Wanderson de Almeida Pedroso (conhecido como Nêgo Pitusca ou apenas Nêgo) ingressou na política ativa, porque via possibilidade de uma mudança radical no sistema politico da cidade que trilhava ainda, o mesmo processo provinciano, de mandatários com dotes feudais do município e originados a ele.

Sempre acontece assim, normalmente uma família do local que destaca financeiramente, adquire a posse social de líder e começa reger sua região territorial, com mandos e desmandos, escolhendo e indicando quem ocupará cargos políticos, fazendo inclusive, com que os residentes passam a obedecer às ordens da indicação, e literalmente seguir as regras impostas. “O coronelismo”, porém hoje mascarado pelo capitalismo.

Em 1902 aproximadamente, teve inicio o povoado às margens do córrego de Águas Vermelhas e São João, quando exploradores de pedras preciosas e cultivadores de café, ocupavam as terras da região, estes foram formando os grupos e marcando assim seus territórios, onde mandavam e desmandavam.

Hoje 115 anos depois a situação é a mesma, porém com personagens de nova geração, mas o imperialismo, a prepotência e a simulada escravidão permanecem. Tudo isso com uma maquiagem capitalista, acobertada por partidos e por grupos de facções individualistas.

Analisando, este período dos “Faraós” com o título atualizado por “Líderes Políticos”. Desde a adolescência, convivendo em família, assistindo encontros e ouvindo as conversas, passei a ver e entender que isso teria que passar por uma transformação, futurista.

Baseando que estamos numa localização privilegiada do estado, por ser uma região literalmente milionária no solo e subsolo, com uma terra fértil e uma malha rodoviária ampla para escoamentos, iniciei o parâmetro na educação, onde eu e todos os outros contemporâneos tivemos que fazer cursos técnicos e formações universitárias fora do nosso domicilio. A pergunta “por que”, me perseguia, se tínhamos tudo e isso não estava acontecendo. Eu, terei mesmo que sozinho,  fazer algo – diz Nêgo na sua explicação.

Aí comecei me interessar pela politica, pois é nela que encontramos soluções, embora também para os mercenários seja o núcleo de seus progressos.

É preciso entender que a política é o centro dos projetos, programas e execuções administrativas, portanto temos que adentrar mesmo que misturando sem envolvimentos pessoais, e praticar as ideias, criando setores, seguimentos de produção organizada e lucrativa de uma forma coletiva e populacional – Continua o vice-prefeito.

Wanderson, insatisfeito pela insatisfação da população, observou que em sua ocupação no cargo de vice-prefeito, não estava conseguindo atingir seu objetivo, porque sempre encontrava barreiras, obstruindo as passagens da organização lícita. No entanto quando aceitou o convite de ser um ativo na administração passando a ser um candidato às eleições, viu a oportunidade que precisava,  para a transformação tão desejada, mesmo porque as ideias estavam com a mesma direção, conjugando os mesmos verbos no plural.

Mas a duração deste objetivo no grupo durou pouco, fazendo assim acreditar que foi apenas uma estratégia da parceria, para ganhar espaço e o ocupar novamente por linha paralela nas diretrizes do poder. O que veio ser confirmado posteriormente nos atos desta administração.

Isso foi de contra todo meu preceito, conceito e objetivo, só via uma solução para isso – diz Nego.

Afastando, para não perder a confiança do meu povo e amigos próximos, que sempre acreditaram em minha índole.

Ao meu povo vou ainda contar minha história completa, e trazer a público o que pretendo para juntos analisarmos, e com a aprovação de todos, executar a transformação necessária, com a libertação dessa política medíocre, com esta ditadura simulada em democracia.

Finaliza o vice-prefeito-  esta narrativa, afirmando que na continuação irá trazer detalhes de erros e desacertos do período, com as conotações do estagnamento do progresso de Padre Paraiso.


Despede dizendo que: Contexto, sem texto vira pretexto.

terça-feira, 7 de abril de 2015


FUNÇÕES DE UM VEREADOR
Diego Da Silva Ramos

Introdução

Conceitualmente, convém esclarecer que a palavra Vereador, segundo as lições do mestre De Plácido e Silva, “designa a pessoa que é colocada para vigiar, ou cuidar do bem e dos negócios do povo, ditando as normas necessárias a esse objetivo”. [1] 

Destarte, é o Vereador um agente político investido num mandato inicial de 4 (quatro) anos, pelo sistema partidário e de representação proporcional.[2]

Em resumo, trata-se de um agente político que desempenha, no âmbito do município, um mandato parlamentar, assemelhado ao dos parlamentares federais e estaduais, apenas limitado ao território do Município e aos assuntos de seu peculiar interesse.

O Vereador, em geral, é mais conhecido que sua filiação partidária. Por isso, o partidarismo mais dele recebe do que lhe dá. Em geral, seu exercício cívico proporciona caras conquistas democráticas, dentre as quais sobressai o dispositivo constitucional que albergou a tradição e impôs a simultaneidade das eleições municipais em todo o território nacional.

A participação do Vereador nos trabalhos da Câmara Municipal confere a este agente político um papel dúplice, um verdadeiro “direito-dever”. Ou seja, por um lado trata-se de um direito individual resultante de sua investidura no mandato e, por outro, nada mais é senão um dever para com a coletividade que o elegeu como seu representante e que, por isso mesmo, o quer atuante em defesa dos interesses coletivos. 

2 – Origem

Primitivamente, os Vereadores tinham funções administrativas e judiciárias, tais quais os centuriões[3] da era romana. A origem histórica de seu mandato se prende às lutas pela instituição do governo comunal[4]. Foi preciso que os principais da comunidade escolhessem, dentre eles, uns poucos para representá-los na estrutura governativa que se criava, já que impossível a participação direta de todos no governo.
A idéia desse mandato primitivo foi trazida para o Brasil junto com a colonização portuguesa, sendo que, no início, estes desempenhavam funções meramente administrativas, passando, afinal a legislar e fiscalizar.

3 – Funções

Conforme sabemos, no sistema municipal não cabe ao Vereador administrar diretamente os interesses e bens do Município, mais apenas indiretamente, votando leis e demais proposições ou apontando providências e fatos ao Prefeito, através de indicações, para a solução administrativa conveniente.
Nos dizeres do sempre lembrado Hely Lopes Meireles, “tratando-se de interesses locais não há limitação à ação do vereador, desde que atue por intermédio da Câmara e na forma regimental”.[5]    
Sistematizando suas funções, basicamente o papel do vereador consiste em legislar, fiscalizar, sugerir e representar.

3.1 – Legislar

Consiste em sua função precípua, ou seja, nada mais é senão a função típica conferida a qualquer membro de legislativo.
Para isso, elaboram projetos, de acordo com a competência descrita nos incisos I e II, do artigo 30, da Constituição Federal, bem como apresentam outras proposições que são votadas na Câmara durante as sessões ordinárias e/ou extraordinárias.

3.2 – Fiscalizar

Conforme aponta o mestre Kildare Carvalho, dentro do Estado Democrático de Direito, esta é a mais importante função do Vereador, voltada para o controle e a fiscalização dos atos do Executivo, impedindo-lhe os abusos.[6]  

Em complemento, Pedro Lenza ressalta que a Constituição de 1988 consagrou “um sistema harmônico, integrado e sistêmico de perfeita conveniência entre os controles internos de cada Poder e o controle externo exercido pelo Legislativo, com o auxílio do Tribunal de Contas (art. 74, IV)”.[7]

A fiscalização ocorre, por meio da atuação nas comissões especiais e em prol do bom uso do dinheiro público, discussão e aprovação do Orçamento Anual e da Lei de Diretriz Orçamentária que planeja onde e como aplicar o orçamento do Município.

Em suma, a função fiscalizadora[8] da Câmara pode ser exercida individualmente por seus membros, por comissão permanente designada para esse fim ou por comissões especiais de investigação, que levarão à consideração do plenário o que souberem ou o que apurarem sobre a atuação político-administrativa do Prefeito, como chefe do Executivo municipal, para que se lhe aplique a sanção correspondente, na forma e nos casos previstos na Lei Orgânica Municipal.

3.3 – Sugerir

A função de sugerir se aplica às questões em que os Vereadores não possam apresentar um Projeto de Lei.
Aludida função se materializa através da “Indicação”, servindo de alerta ao Executivo sobre determinada necessidade da população, estimulando as providências cabíveis.

3.4 – Representar

Além de sugerir, compete ao Vereador, ainda, a função de verdadeiro “porta voz da população”, do partido que representa e de movimentos organizados de um modo em geral.
Desta forma, cabe ao parlamentar não só fazer política partidária, mas também organizar e conscientizar a população. A realização de seminários, debates e audiências públicas são funções dos parlamentares que contribuem neste aspecto, pois funcionam como “caixa de ressonância” dos interesses gerais da população.

4 – Últimas Considerações

Por último, convém destacar, que, nos dias de hoje, a função do Vereador ganhou uma relevância ainda maior.

 Ao que parece, referida situação se deve a uma razão muito simples: nos últimos anos houve um notório aumento das competências delegadas aos Municípios.

Ou seja, de um modo geral, a cada dia que passa vem ocorrendo à descentralização das tarefas do Estado brasileiro e tais atividades estão passando para a esfera municipal. Esse movimento descentralizador faz com que o Município se depare com situações novas e que, por óbvio, carecem de um regramento legislativo.

Como é de se imaginar, referido regramento compete ao Poder Legislativo local. Daí o porquê da maior relevância do Legislativo Municipal nos dias atuais.


www.jurisway.org.br.

Sou Vereador do Povo, e para ele vou legislar


A população de uma forma generalizada desconhece as funções de uma administração municipal, desde o Executivo (prefeito e vice), até as atribuições e responsabilidades de um vereador.

Geralmente no primeiro exercício de um parlamentar (político ativo na ocupação do cargo eleito).
Este exerce na maior parte dos atos, com idealismo, ainda novato nas maldades e técnicas da politica, tornam-se polêmicos e o povo é realmente sua prioridade, até mesmo sem conhecimento literal daquilo que lhe compete.
 Portanto não fogem de suas responsabilidades e compromissos firmados com seus eleitores.

Há vereadores que não têm formações universitárias ou até mesmo o segundo grau completo, o que não impede de ser um excelente legislador da população.

A experiência, a observação e o exercício os colocam em posições de visões, teorias e práticas no decorrer de suas atividades. Tornando-os catedráticos em políticas.

O pivô desta reportagem é o Vereador Ivan Miranda, homem de índole forte e um defensor nato dos desprotegidos.

Ivan, contesta, detesta a desigualdade, repudia o abuso de autoridade, e irrita com o descaso.
Segundo Ivan Pereira Miranda, ingressou na politica, motivado por companheiros, pois em conversas e bate-papos, comentava sua visão nos erros e prepotências dos mandatários em sua cidade, desconhecendo os direitos da cidadania da população de baixa renda, ou de classe social distanciada dos opulentos. Principalmente os habitantes da zona rural, onde viveu da infância à adolescência, convivendo com os problemas da sobrevivência.

O Vereador

Já eleito, sendo um vereador do mesmo partido da prefeita (nas eleições), porém distante do grupo, Ivan vinha buscando, atender seu povo e de certa forma aqueles que lhe apoiou no pleito, tornando-o um vereador que fora eleito para legislar em prol da cidade.

Segundo Ivan, em hipótese alguma, deixaria de aprovar projetos que trouxesse beneficio para a população.

 Mesmo achando a administração individualista e imperadora aprovaria qualquer projeto de interesse populacional, mas não deixaria jamais de questionar a comprovação do benefício.
Na entrevista o Vereador, informou- Me consideram polêmico, até mesmo me qualificaram como político incompetente, isso não é verdade, posso provar no meu exercício, a minha capacidade. O que não afirmo é que tenho cursos técnicos de administração, contabilidade ou universitários, mas não me torna um ignorante, sou sim desconhecedor de algumas leis, mas não sou um infantil, sem cultura ou inocente para não entender as lógicas da legalidade.
Tanto, que quando percebo algo que me levanta suspeita da seriedade ou da veracidade, busco logo as justificativas com explicações claras e o regimento das leis, porém aí é gera atrito, pois sonegam as informações detalhadas.

Mas isto também vai acabou, pois estou tomando providencias para entender melhor as facilidades de falcatruas e desonestidades. Para entregar para a população aquilo que é direito e de minha responsabilidade como legislador.
Sou um dos culpados da cidade estar  neste caos, pois não insistia nas comprovações de minhas suspeitas. “Muitas vezes quando indagava,  a resposta era “isto é assim mesmo” ou então não tem jeito”.
Mas participando de congressos, seminários e reuniões, passei  analisar melhor e buscar com entendidos e peritos no assunto a clarividência para deixar claro de vez a autenticidade ou ilegalidade.

Muitas vezes afastei dos problemas, acreditando que sozinho não conseguiria acertar os desacertos da administração, assim como a omissão da câmara dos vereadores a qual faço parte.

Já disse em público e repetirei sempre, esta administração é prepotente, imperadora e arrogante, me provocando coações, caso eu não aprovasse os projetos de interesse da Administração, minhas filhas e parentes contratados seriam exonerados dos cargos ocupados.

Minha resposta sempre foi a mesma, “que sejam dispensados”, são profissionais e não devem ser subjugados, ou eu subornado para aprovações indevidas ou desinteressante à população.

São várias reivindicações que já solicitei da Câmara e da Prefeitura, sem resposta, mas estou ciente agora que, para cada caso, há uma providência e recursos, como no caso de Ouvidorias, Procuradorias, além dos Ministérios Públicos, sem contar com o CGU e CGM.

Dentro do período de minha ocupação na Câmara só tenho um feito, me atendendo em benefício popular. Que foi a pavimentação da ladeira de Duas Barras, que dá acesso a várias comunidades, como Americaninha, Bom Sucesso, Esperança, etc. O que fico agradecido, embora isso nada mais é do que obrigação do Sistema Administrativo.

Recentemente solicitei a justificativa da contratação de veículos terceirizados, que cobram R$ 3,00 por km rodado, e não entendi ainda ou me foi comprovado com a documentação e calculo desta necessidade.

Discordo plenamente, da abertura de uma estrada nova, ligando ao Córrego do Meio, sendo esta só trás beneficio ao proprietário do Trator que operou na abertura, sendo que a antiga trás beneficio coletivo aos residentes daquela zona rural, com o escoamento de seus produtos.
São várias providências que tenho que tomar para tornar real minha função de responsabilidade de vereador do povo.

Afirmo em voz clara e alta, sou povo, vereador do povo e para o povo é que luto.
Sei que esta entrevista não termina aqui, pois tenho muito mais informações para tornar pública por meio da imprensa. Mas com certeza de agora em diante estarei mais atento e presente no que diz respeito dos benefícios da população.

Aliado ou isolado, estarei buscando soluções mesmo que tenha que mobilizar autoridades federais ou partidárias.

Senhores Leitores


ERRATA

Foi publicado o horário de atendimento da viatura policial ao crime de assassinato na Avenida Minas Gerais de Padre Paraiso/MG no dia 5 de abril às quinze horas aproximadamente (veja foto abaixo), com um atraso de 30 a 40 minutos, porém a informação não fora correta, o popular que informou do horário da chegada dos Policiais automaticamente enganou ou seu relógio marcava outro horário.

Buscando novas informações sobre o assassinato, localizamos um comerciante na rua paralela, que informou o horário exato da chegada da guarnição da policia militar, foi exatamente 22 minutos após os disparos. Foi esclarecido e confirmado pelo 3º Sargento Maia que estava empenhado no momento, no Córrego do Bengo (zona rural), e que imediatamente deslocou para o local do acontecimento.

Aproveitando esta oportunidade, cumprimentamos ao Sargento acima referido, pelos serviços prestados à comunidade, bem merecido este cumprimento elogioso a este militar, em razão da segurança da cidade está ainda em precariedade (melhorando, mas não satisfatória).

PRECARIEDADE

Diga-se de passagem, que só tem uma viatura em condições de atendimento imediato às ocorrências, a outra viatura um Gol em péssimo estado de conservação exibindo claramente a necessidade de uma reciclagem completa. Também não existem “motos” para os policiais se deslocarem rapidamente e adentrarem em vielas ou estradas onde não trafegam bem veículos de quatro rodas.

MAL ATENDIMENTO

Em razão a distancia da Delegacia Regional, ser localizada em Pedra Azul (155 km), os policiais se deslocam 310km de ida e volta, além do tempo de espera para o procedimento exigido em prisões ou ocorrências. O que gera um distanciamento dos policiais por aproximadamente sete horas do município, deixando assim a cidade desprovida de patrulhamento.

O CRIME

O fato do homicídio ocorrido como acima citado, estão em andamento as investigações para a localização do autor. Informações de suspeitos estão sendo buscadas.
Brevemente estaremos publicando a prisão do autor, com certeza, pelo empenho dos policiais militares.

Ainda no aguardo do entendimento e atendimento do Senhor Comandante Regional Militar, para redução da ação dos bandidos, e melhor policiamento no que diz respeito ao numero de efetivos e viaturas suficientes à demanda.