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segunda-feira, 23 de março de 2015

Pesquisa: 59,7% dos brasileiros são a favor do impeachment de Dilma



O levantamento foi divulgado na tarde desta segunda-feira pela Confederação Nacional dos Transportes
Além de demonstrar que a presidente Dilma Rousseff(PT) tem problemas de avaliação, tanto de seu desempenho no governo, quanto de sua postura pessoal, a pesquisa da Confederação Nacional do Transporte – feita pelo instituto MDA -, ainda indicou outros percalços para a petista lidar. Além de mostrar que 64,8% dos entrevistados avaliam negativamente a gestão dela – 10,8% classificaram como bom o desempenho do Palácio do Planalto -, o levantamento ainda mostrou que 59,7% dos brasileiros são a favor do impeachment.

Há duas semanas milhares de pessoas foram às ruas em varias cidades do país para protestar contra a presidente e pedir sua saída. Em Belo Horizonte, cerca de 24 mil pessoas se juntaram na Praça da Liberdade, Região Centro-Sul da capital. Com faixas e cartazes eles pediam o impeachment de Dilma.

Os números do levantamento apontam, ainda, que 66,9% não acreditam na eficácia das medidas do governo contra a crise econômica e se mostram descrentes na política e nos políticos. Entre os brasileiros ouvidos no estudo, 90,1% dos que acompanham as denúncias de corrupção na Petrobras acreditam que os nomes citados na lista enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) estão envolvidos no esquema criminoso.

Quando questionados sobre a avaliação pessoal da presidente Dilma Rpusseff o quadro apresentado também mostra descontentamento com a petista. Ao todo 77,7% desaprovam a postura da presidente e 18,9% aprovam.

Sobre o desempenho no segundo mandato, 7,5% avaliam como positivo e 72,2% classificam como negativo. Ao comparar o início deste período de governo, em relação ao anterior, 75,4% concluíram que está pior e 16,4% que está a mesma coisa. Para 2,8% está melhor e 40,4% não souberam.

Para outros 81%, a presidente Dilma não está cumprindo com o que prometeu nesses meses iniciais. 12,9% consideram que a petista está cunprindo parcialmente e apenas 4,7% que ele está seguindo o que prometeu.


A 127ª Pesquisa CNT/MDA abordou também a expectativa da população sobre emprego, renda, saúde, educação e segurança pública. Os entrevistados foram questionados sobre as denúncias na Petrobras, situação econômica e política do país, custo de vida, protestos do dia 15, entre outros assuntos. Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões, entre os dias 16 e 19 de março de 2015.

Deputados articulam abertura de CPI dos fundos de pensão na Câmara

O requerimento para a abertura da CPI dos fundos de pensão pede que sejam esclarecidos os "prejuízos vultosos" dos planos ocorridos entre 2003 e 2015

Brasília - Em meio à relação conturbada com o Congresso Nacional, o governo vai ter que evitar outro conflito: a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos fundos de pensão de estatais. Os deputados Rubens Bueno (PPS-PR) e Carlos Sampaio (PSDB-SP) conseguiram reunir 113 assinaturas, das 171 necessárias, para investigar indícios de aplicação incorreta dos recursos e manipulação na gestão de fundos de previdência complementar de funcionários de estatais e servidores públicos.

O requerimento para a abertura da CPI dos fundos de pensão pede que sejam esclarecidos os "prejuízos vultosos" dos planos ocorridos entre 2003 e 2015. Estão na lista para serem investigadas a Funcef (dos funcionários da Caixa Econômica Federal), a Petros (Petrobras), a Previ (Banco do Brasil) e o Postalis (Correios).

Na edição desta segunda-feira, 23, o jornal O Estado de S.Paulo informou que funcionários dos Correios tentam evitar, por meio de uma batalha judicial e pela força das greves, que os participantes do Postalis tenham uma redução de 25,98% em seus contracheques a partir de abril de 2015 pelo período de 15 anos e meio.

A conta é resultado de um déficit atuarial de R$ 5,6 bilhões no Postalis - comandado por PT e PMDB - provocado por investimentos suspeitos, pouco rentáveis ou que não tiveram ainda rendimento passado ao fundo. Também sob influência dos dois partidos políticos, a Funcef e a Petros contabilizam prejuízos bilionários.

O deputado Rubens Bueno, líder do PPS na Câmara, disse que os funcionários dos Correios do País todo preparam vinda a Brasília nesta semana para pressionar os deputados a assinarem o requerimento da CPI dos fundos de pensão.

Ele afirmou que, atualmente, o limite de CPIs da Câmara está esgotado, mas que haverá espaço, daqui a quatro ou cinco meses, prazo para a conclusão dos trabalhos, para a criação dessa comissão para apurar as irregularidades nos fundos de pensão de estatais. Entre as CPIs abertas estão a da Petrobras, de morte e desaparecimento de jovens, sistema carcerário brasileiro e máfia das próteses.

"O aparelhamento político dos fundos de previdência complementar, que têm funcionários de estatais e servidores públicos como participantes, associado aos prejuízos milionários recorrentes e decorrentes de sua má gestão, assinalam mais um possível foco de corrupção que carece ser investigado com a máxima urgência", diz a justificativa do requerimento para abertura da CPI.

De acordo com o texto, são numerosas as demandas, por parte de parlamentares e associação que representam os contribuintes, para a apuração das causas. Os mais prejudicados, segundo o texto, são os contribuintes, "gente que depositou suas economias nesses fundos com a convicção de que seriam geridos de forma diligente e honesta", afirma.

Perdas

O Postalis é um dos "casos emblemáticos de perdas vultosas de que foram vítimas grandes fundos de pensão de estatais", diz o documento. Como o jornal O Estado de S.Paulo revelou na edição de hoje, nos últimos anos, os Correios fizeram investimentos "micados" em empresas do grupo de Eike Batista, em títulos dos governos da Argentina e da Venezuela, nos bancos Santos e BVA, ambos com falência decretada.

A Operação Lava Jato, que apura corrupção na Petrobras, investiga aplicação na empresa Trendbank, que administra fundos de investimento. A Polícia Federal encontrou e-mails em computadores de pessoas ligadas ao doleiro Alberto Yousseff atribuindo à influência de João Vaccari, tesoureiro nacional do PT, a investimento de R$ 73 milhões das fundações Petros e Postalis em 2012.

Partiu do conselho deliberativo do Postalis a decisão de impor aos funcionários dos Correios a contribuição extra que terá forte impacto sobre os salários. No primeiro momento, ficou definido um corte de 25,98% nos contracheques. O déficit será reavaliado a cada ano a partir do retorno dos investimentos e da expectativa de vida dos participantes.

Um funcionário que tem salário de R$ 10 mil, por exemplo, receberá R$ 2.598,00 a menos no final do mês apenas para cobrir o déficit, além o valor da contribuição definida.


domingo, 22 de março de 2015

O ator Claudio Marzo morreu às 5h39 deste domingo aos 74 anos.


Seu último trabalho na televisão foi em 2008 na série "Guerra e Paz", da Rede Globo

O ator, que estava internado no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro, desde o dia 4 deste mês, morreu devido as complicações de um enfisema pulmonar. Nos últimos meses, o ator foi internado várias vezes com problemas respiratórios.

Segundo a assessoria de imprensa da clínica, o corpo do ator será cremado, respeitando um pedido feito por Marzo a seus filhos. Ainda não há informações sobre o velório e a cerimônia de cremação.

Seu último trabalho na televisão foi em 2008 na série "Guerra e Paz", da Rede Globo. Em 2007, ele interpretou Ramalho Jr. na minissérie "Amazônia, de Galvez a Chico Mendes". No mesmo ano, ele trabalhou na novela "Desejo Proibido".

O ator também integrou o elenco de novelas como Irmãos Coragem (1970), Plumas & Paetês (1980) e Pantanal (1990). Marzo foi casado com a atriz Betty Faria, com quem tem uma filha, Alexandra. Ele também foi casado com a atriz Denise Dumont, com quem teve um filho Diogo. O ator ainda é pai de Bento, fruto de seu casamento com a atriz Xuxa Lopes.

Peão morre após ser atingido por touro durante montaria no rodeio de Capelinha


Marcos Silva de Souza, de 42 anos, morreu no hospital de Capelinha. Ele era natural de Colorado, no Paraná.

Um peão profissional morreu após ser atingido por um touro na noite desse sábado, 21 de março, durante uma montaria no rodeio de Capelinha, no Vale do Jequitinhonha. Marcos Silva de Souza, de 42 anos, participava da competição, quando se desequilibrou e caiu do animal.

Após cair, o peão foi atingido por um coice na região do tórax. Ele foi socorrido por uma ambulância que estava no local e encaminhado para atendimento médico na Fundação Hospitalar São Vicente de Paulo, mas não resistiu ao grave ferimento e veio a óbito após dar entrada na unidade de saúde.


Marcos Silva era natural de Colorado, no Paraná. Conforme informações divulgadas pela organização do evento, o peão era extremamente profissional e durante sua trajetória ganhou mais de vinte carros zero quilômetros.

Datafolha: maioria diz que Dilma sabia de corrupção


Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo pelo jornal Folha de S.Paulo mostra que para 84% dos entrevistados, a presidente Dilma Rousseff sabia de corrupção na Petrobras, tema da investigação da Operação Lava-Jato.

O levantamento nacional, realizado nos dias 16 e 17 deste mês, portanto logo após as manifestações populares contra o governo, diz que desse total, 61% consideram que a presidente sabia da corrupção e "deixou que acontecesse", enquanto 23% acreditam que "ela não poderia fazer nada para evitá-la".

A outra pergunta feita sobre se a descoberta de corrupção na Petrobras prejudica a empresa, 88% dos entrevistados responderam que sim, dos quais 51% julgam que será por muito tempo e que coloca o futuro da empresa em risco. Outros 23% consideram que será por pouco tempo, sem riscos futuros.


A pesquisa foi realizada com 2842 pessoas em 172 municípios brasileiros, e a margem de erro é de dois pontos porcentuais.

Pesquisa destaca as 10 marcas mais prestigiadas em Minas e reforça a importância da reputação para as empresas de vários setores

Pesquisa destaca as 10 marcas mais prestigiadas em Minas e reforça a importância da reputação para as empresas de vários setores

O jornal Estado de Minas apresenta aos leitores o ranking das Marcas Mais Prestigiadas em Minas em 2014/2015.

Na edição que comemora os cinco anos da pesquisa, que teve sua séria histórica iniciada em 2010, a Nestlé, empresa que há 94 anos iniciou suas operações no Brasil, dona de marcas experimentadas por gerações, como o leite condensado Moça, o leite Ninho e o chocolate Suflair, é a grande campeã, levando a medalha de ouro no ranking geral do prestígio e da reputação em Minas.

A Nestlé trocou de posição com a Vale, que, no ano passado, obteve o primeiro lugar. A mineradora segue firme no pódio, brilhando na terceira posição.

A medalha de prata, desta vez, ficou com o Banco do Brasil, que recuperou sua colocação de 2012, dando um salto surpreendente, já que no ano passado o BB havia ficado com a sétima posição. Agora, o banco recebe uma reluzente medalha de prata no ranking geral das instituições mais prestigiadas pelos mineiros.

No pódio das 10 Marcas Mais Prestigiadas com sede em Minas, está a montadora Fiat, que levou a medalha de ouro.

 Com o resultado de fôlego, a Fiat se coloca como a grande vencedora dos últimos cinco anos, assegurando o primeiro lugar na pesquisa desde 2010, quando teve início a série histórica do estudo, realizado e publicado pelo EM, em parceria com o Grupo Troiano de Branding e a Ideia Comunicação Empresarial. Instalada em Betim, na Grande BH, desde 1976, a Fiat Automóveis tem capacidade produtiva de 800 mil veículos por ano.

Ao lado da Fiat, no mesmo pódio das 10 mais prestigiadas com sede em Minas, está a Cemig, que recuperou a medalha de prata que havia conquistado em 2012. Já a PUC Minas mostra vigor surpreendente. Em 2012, a instituição havia ocupado a 10ª colocação no ranking, e agora, em 2014/2015, foi reconhecida pela opinião pública como a terceira marca mais prestigiada do estado, arrebatando uma importante medalha de bronze.

“Os rankings dos últimos três anos mostram que há marcas de implantação nacional, não necessariamente com origem em Minas, que têm um excelente reconhecimento no nosso estado. Por outro lado, os rankings desses cinco anos demonstram que Minas Gerais possui marcas com origem no estado que têm força para disputar espaço com marcas nacionais e até globais”, observa Levi Carneiro, sócio-diretor da Ideia Comunicação Empresarial.

Com investimentos previstos em R$ 200 milhões, a sexta unidade da Nestlé em Minas entra em operação no quarto trimestre do ano, em Montes Claros, no Norte do estado. Segundo a companhia, a admiração dos consumidores traz para o dia a dia da empresa uma grande vantagem competitiva e, também, responsabilidade. Para manter uma relação de sucesso com o público, a empresa avalia que deve estar preparada para prever as necessidades do consumidor e surpreendê-lo com inovações, ao mesmo tempo em que precisa continuar a desenvolver suas atividades de forma consistente com os valores que construíram a relação.

“A Nestlé se orgulha por estar presente no coração dos brasileiros. Prêmios como o Marcas Mais Prestigiadas em Minas refletem que, além de uma relação de confiança, a Nestlé construiu com seus consumidores um laço de afeto e carinho, por meio de marcas que fazem parte da sua vida. O objetivo da Nestlé é oferecer nutrição, saúde e bem-estar em todas as fases da vida, e esse tipo de reconhecimento nos mostra que estamos no caminho certo”, diz a companhia em nota ao Estado de Minas.

Com uma longevidade invejável, alcançada por poucas empresas no mundo, o Banco do Brasil completou 206 anos de atuação em outubro do ano passado. O BB, medalha de prata no ranking geral, está presente em 99,8% dos municípios brasileiros e, assim, está no alvo da opinião pública, que testa seus produtos e serviços. Para o superintendente estadual do banco em Minas, Otaviano Amantéa de Souza Campos, a reputação é um ativo que tem a ver com a vida da instituição.

“Um banco vive de sua reputação.” Para o executivo, a relação existente entre o BB e seu público é, primordialmente, de confiança. “O banco vive a realidade de que a percepção é mais real do que o fato”, observa. Segundo Otaviano Amantéa, os desafios para manter esse ativo têm a ver com a relação existente entre a promessa e a entrega efetiva. “Essa última representa a confirmação ou não da credibilidade da relação”, descreve.

A Cemig, medalha de prata no ranking, também se destaca nos cinco anos da pesquisa. A empresa mostra prestígio entre os mais jovens, as 10 com melhor reputação para a população até 34 anos com renda de até quatro salários mínimos.

 Fundada em 1952, hoje a Companhia Energética de Minas Gerais é uma holding composta de 206 empresas e com participações em consórcios e fundo de participações, além de possuir ativos e negócios em 22 estados brasileiros, no Distrito Federal e também no Chile.

Atua nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, e ainda na distribuição de gás natural, por meio da Gasmig, em telecomunicações, por meio da Cemig Telecom, e no uso eficiente de energia, por meio da Efficientia. O diretor de Relações Institucionais e Comunicação da concessionária, Luiz Fernando Rolla, observa que reputação é uma percepção construída a longo prazo, com base na experiência das pessoas e do consumidor com a marca.

“A força da nossa reputação impulsiona os negócios, dá força para nos mantermos como a maior empresa integrada do setor elétrico do país e reforça a solidez da Cemig no mercado”, afirma.

VIGOR NA SUBIDA
Rompendo a barreira do meio século, a PUC Minas, que surpreende a cada ano com ganho de posições no ranking, completa 56 anos. A universidade é reconhecida pela Congregação para a Educação Católica, do Vaticano, como a maior universidade católica do mundo, abrigando mais de 55 mil alunos em seus cursos de graduação, pós-graduação e de extensão.


Patrícia Bernardes, vice-reitora da PUC Minas, acredita que o resultado alcançado na pesquisa Marcas Mais Prestigiadas de Minas reflete o cuidado da instituição com sua reputação. “Esse é um dos ativos mais importantes de uma instituição de ensino superior e, na PUC Minas, ele vem sendo construído a partir do compromisso da instituição com a educação de qualidade, com a cidadania e a responsabilidade social.”

Hiperacusia e misofonia: baladas, celulares e fones no volume máximo prejudicam audição e desencadeiam doenças



No Brasil, 48 milhões de pessoas são vítimas de zumbido

A sonoridade em salas de cinema e o uso frequente de celulares e fones no volume máximo são algumas das situações cotidianas e atuais que colocam a audição em risco.

Nem sempre é possível o som entrar por um ouvido e sair pelo outro, como diz o ditado popular. Os médicos atestam que não adianta fazer ouvido de mercador, pois a exposição sonora excessiva pode trazer problemas graves.

Nos consultórios, há um aumento na procura de pessoas que sofrem com hipersensibilidade auditiva e zumbidos. “Como os celulares são equipamentos relativamente recentes, não temos muitas pesquisas científicas que comprovem os malefícios.

 Mas é certo que as ondas eletromagnéticas influenciam a saúde dos ouvidos. O abuso no uso do celular e do fone expõem as pessoas ao excesso de som. A longo prazo, poderá ocorrer um comprometimento da audição”, afirma a otorrinolaringologista da Rede Mater Dei, Elizabeth Camargo Negri Flores.

Levantamento da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido (Apidiz), em parceria com o Instituto Ganz Sanchez, mostra que, no Brasil, há cerca de 48 milhões de pessoas com zumbido no ouvido.

O número representa crescimento de 71,4% em relação aos 28 milhões estimados há quase 20 anos. “O aumento do nível de poluição sonora e a demanda reprimida, pois muitas pessoas desconheciam a existência desses transtornos, são as causas do aumento na procura dos consultórios”, diz Elizabeth.

Os problemas auditivos podem ser causados por infecções, exposição excessiva ao ruído e também pelo consumo de algumas substâncias, que excitam os neurônios na via auditiva. “O consumo de café, bebidas à base de coca, chocolates e alguns medicamentos deve ser evitado”, alerta a médica.


Os zumbidos também podem ser sintoma de alguma doença de base, como diabetes, hipertensão, doenças de tireoide e de colágeno, como as escleroses múltiplas.