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sexta-feira, 6 de março de 2015

BR 116 SERÁ PARALIZADA POR FALTA DE SEGURANÇA


A população de Caraí, Padre Paraiso e Ponto dos Volantes, indignados com a falta de segurança, resolveu depois de tantos pedidos de furtos, roubos e assaltos, tomar a medida própria, já que as autoridades, não atendem a demanda.

PONTOS DOS VOLANTES (7 mil habitantes)

  1. Explosão em Agência Bancária na Praça Principal
  2. Assaltos Várias vezes à agência lotérica
  3. Crimes de homicídios sem “autores”
  4. Pedágios de marginais no centro e periferia
  5. Prostituição e Drogas Circulam livremente nos Auto Postos da BR 116 (2 próximo ao Centro)
  6. Apenas um redutor de Velocidades do lado norte, fuga fácil e rápida
  7. Polícia para atender ocorrência “tranca o quartel”
  8. Disparos de armas pesadas por bandidos em lojas do centro pela madrugada
  9. Distritos e Povoados sem posto policial
  10. Ocorrências na Br116 de alçada da Polícia Rodoviária Federal, distante 20Km

PADRE PARAISO (20 mil habitantes)

  1. Falta de Policiais Militares nas ruas
  2. Policiamento insuficiente, sem atendimento pelo 190
  3. Bandidos frequentes em assaltos
  4. Homicídios constantes
  5. Pedágios na periferia e à noite no centro (marginais)
  6. Drogas livres em circulação
  7. Distritos e povoados sem policiamento
  8. Roubos de motos e veículos constantes
  9. Alunos assaltados e roubados ao sair das escolas
  10. Risco ao transitar a noite pela cidade
  11. Sons ensurdecedores em veículos pelas ruas


CARAÍ (população distrital)

Ponto do Marambaia (3 mil habitantes), sem atendimento nem posto policial (fechado sem uso), sem torre de telefonia ou internet, falta de posto avançado de bancos ou agencia lotérica, trevo de acesso fácil deslocamento para fugitivos.

Sem trevo ou redutor de velocidade, alto risco de acidentes.

 Marambainha – 1.200 habitantes, sem posto policial ou atendimento de segurança, pedágio na estrada, de assaltantes, não se trafega pela estrada após as 17:00h. 

 Vila Nova – aproximadamente 900 habitantes, homicídios, assaltos e roubos, BR sem trevo ou redutores de velocidade e placas de sinalização.
Todos outros distritos em igual ou pior situação

segunda-feira, 2 de março de 2015

ONDE ESTÁ A ORDEM E PROGRESSO DA BANDEIRA BRASILEIRA? E A LIBERDADE QUE AINDA TARDIA DE MINAS GERAIS?

Enquanto estão acontecendo, as descobertas dos bandidos na politica brasileira, que vêm usando suas ocupações com a prioridade de corrupção.

A atenção dos brasileiros está voltada para as reportagens e notícias do dinheiro surrupiado pelos facínoras engravatados, com imunidade e poder nos palácios e outros órgãos estatais.

Porém as crises das administrações, maquinadas por uma organização técnica de um cartel, está levando o país para piores situações, que superam as anteriores.

E o brasileiro, o que está fazendo? Apenas gritando, usando de manifestações que nada adiantam, pois o poder coloca nas ruas a policia para impedir, que isto cresça e vire um plebiscito, ou propriamente um “impeachment.

A desordem é necessária que seja eliminada, pois gera maior violência. O que transforma todos estes atos em circulo “vicioso”.

A corrupção não é também uma violência?

Então estamos vivendo o dia-a-dia entre violências, a começar dos governos. E como parar isso?

Enquanto estivermos sob um Regime Democrático e Sistema Capitalista, predomina o capitalismo e transforma o regime em uma anarquia sem limite. A palavra RESPEITO, não tem mais o mesmo sentido no nosso vocabulário, foi substituído pelo MEDO.

Hoje respeito a nada e medo de tudo.

Onde está a ORDEM e o PROGRESSO? Estamos no mundo futurista. Época que tudo deveria ser evoluído, principalmente a moralidade que hoje está nutrida de classe e categorias com conhecimentos técnicos.

Mas se observarmos, tudo isto vem do reflexo do  Woodstock, que tinha como objetivo a liberdade de expressão e o direito de ir e vir, mas transformado pela rebeldia dos jovens, em perversão, como a prática da prostituição e domínio das drogas.

O Brasil em plena época da nanotecnologia, 65% dos roubos está nos governos,  68% das drogas mais 71% da prostituição, estão nas universidades.


O que realmente precisa o Brasil é uma reciclagem total, mas que tenha início na EDUCAÇÃO, daí é gera tudo,  pois nesta esfera que localiza a base.

domingo, 1 de março de 2015

FGV: pela 1ª vez, comércio prevê demissões nos próximos meses

A percepção de que a demanda está fraca e que as vendas não devem se recuperar nos próximos meses aumentou a chance de cortes de vagas no comércio, uma das atividades que ainda sustenta o mercado de trabalho no País. Em fevereiro, o quesito de emprego previsto para os próximos três meses ficou pela primeira vez abaixo dos 100 pontos, um indicativo de que mais empresas pretendem diminuir pessoal do que contratar, segundo a Sondagem do Comércio divulgada nesta semana pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

"O setor já vem em desaceleração desde o ano passado, e a possibilidade de cortes aumentou, seja na forma de não contratar para repor alguém que saiu ou de demitir, mesmo", afirmou o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo.

Neste mês, o quesito de emprego previsto ficou em 98,2 pontos. Isso significa que a fatia de comerciantes que pretendem cortar vagas é 1,8 ponto porcentual maior do que a parcela daquelas que vão aumentar. Desde o início da série, em março de 2010, é a primeira vez que isso ocorre.

A virada na tendência de emprego foi disseminada. De todos os setores, apenas o comércio de veículos já apontava intenção de demitir já em meados de 2014. Agora, materiais de construção, atacado e os setores mais tradicionais do varejo (que compõem o chamado segmento restrito) manifestam a mesma pretensão.

Campelo lembrou que o comércio, segmento importante no setor de serviços, é um grande empregador. Por isso, a tendência negativa apontada na sondagem preocupa, embora os dados quantitativos ainda mostrem geração de postos de trabalho. Hoje, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que, a despeito de a taxa de desemprego ter aumentado na passagem de dezembro para janeiro, o comércio gerou 13 mil vagas nas seis principais regiões metropolitanas do País que compõem a Pesquisa Mensal de Emprego.

Além disso, as avaliações de demanda fraca no momento presente, diante da decisão do consumidor de priorizar gastos essenciais e ter de equilibrar o orçamento, também atingem as expectativas, o que sinaliza que os comerciantes não esperam recuperação nas vendas.

"Mais de um terço das empresas listam demanda insuficiente em fevereiro. É um recorde", mencionou o superintendente. "O empresário prevê continuidade desse processo de desaceleração, e tudo isso bate na questão do emprego", acrescentou.


Neste mês, a confiança do comércio despencou. A queda foi de 8,8% ante janeiro, a mais intensa da história. O resultado também fez com que o nível chegasse ao piso da série. Além da percepção sobre a demanda, a tendência de negócios para os próximos seis meses também vai mal, na visão dos empresários. A recomposição das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) contribuiu para desanimar o setor, especialmente os de bens duráveis.

Mais de 100 prefeitos de Minas Gerais na mira da Justiça

Cento e seis prefeitos do interior respondem a processos criminais no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). As acusações são diversas. Vão de irregularidades em licitações públicas, crimes de responsabilidade e desvio de verbas até destruição de patrimônio histórico, além de desobediência de ordem judicial, entre outros.

Os dados fazem parte de relatório exclusivo preparado pela Procuradoria de Combate aos Crimes Praticados por Prefeitos, do Ministério Público Estadual (MPE) em BH, a pedido do Hoje em Dia. Nenhum processo corre em segredo de Justiça.

As ações criminais correspondem ao período de fevereiro de 2013 a janeiro deste ano. Todos os réus estão no exercício do cargo. Como possuem foro privilegiado por prerrogativa de função, cabe aos desembargadores do TJMG decidirem o destino dos políticos. Conforme o relatório da procuradoria, as irregularidades atingem cidades pequenas e grandes.

Em Nova Ponte, município com 14 mil habitantes, o prefeito José Divino (PP) responde a dez processos na segunda instância do Judiciário. Todos eles por fraude em licitação e alienação de imóveis sem amparo legal. Em um deles, Divino é réu acusado de ter executado um “esquema concatenado para dilapidar o patrimônio público” da cidade.

De acordo com a procuradoria, o prefeito negociou imóveis do município a preços subavaliados em até 2000%. Somente numa dessas transações, deu um prejuízo de R$ 890 mil. Segundo a denúncia, uma das compradoras dos imóveis é uma adolescente que, na época, tinha 12 anos. A menina tinha como representante a irmã dela, namorada do filho do prefeito Divino.

Na rica Betim, na região Metropolitana de BH, o prefeito Carlaile Pedrosa (PSDB) enfrenta quatro processos. Em três deles, é acusado de fraudar licitações num esquema denominado pela procuradoria como “jogo de planilha”. Somados, os desvios somam R$ 18,7 milhões.

De acordo com os investigadores, essa tática de direcionamento de contrato funciona da seguinte forma: para sair vitoriosa na concorrência, a empresa apresenta proposta com preços muito abaixo aos praticados no mercado.

Em seguida, no decorrer da execução da obra, são celebrados aditivos com acréscimos sob a justificativa de necessidade de adequação do contrato.

Um dos acordos, no valor de R$ 7,3 milhões, beneficiou uma empreiteira contratada para ampliar e reformar o Centro Administrativo da cidade. Descoberto pela Polícia Federal (PF) no curso da Operação João de Barro, o golpe contou com os mesmos empresários ligados ao esquema que resultou em rombo de R$ 700 milhões de verbas de orçamento do PAC. Os outros dois contratos, de R$ 5,7 milhões cada um, seriam para “atualização do banco de dados” e “limpeza urbana”. Junto com ex-colaboradores, o prefeito responde a outro processo. Dessa vez, por crimes contra as finanças públicas a partir de contratação de operação de crédito.

Apropriação

Primeiro prefeito reeleito em Pouso Alegre, no Sul de Minas, Agnaldo Perugini (PT) é alvo de processo por envolvimento com licitação do tipo “carta marcada”. Perugini responde a processo por fraude em licitação pública e apropriação de bens públicos. Segundo a acusação, o petista direcionou um contrato de R$ 11 milhões para empresa que prometia implantar sinais e fiscalizar o trânsito da cidade. Sem qualquer projeto básico ou estudo técnico, diversos equipamentos, como radares e lombadas de controle de velocidade, foram instalados em locais com reduzida circulação de veículos em “claro abuso e gasto desnecessário de dinheiro público”. Na ação, a procuradoria relata que tal combinação foi feita dentro do gabinete do prefeito.

Farra dos administradores municipais inclui até gastos com recursos de outra cidade

No relatório da Procuradoria de Combate aos Crimes Praticados por Prefeitos consta casos curiosos de prefeitos processados junto ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

Em seu primeiro mandato, o prefeito de João Monlevade, Teófilo Torres (PSDB), filho do conselheiro do TCE Mauri Torres, é réu acusado de ter se beneficiado de verbas desviadas de outra cidade. Segundo a procuradoria, o então prefeito de Nova Serrana, Paulo Cézar de Freitas (PDT), contratou Teófilo, que é advogado, para prestar assessoria jurídica nas áreas tributária e previdenciária.

O contrato, de R$ 5 mil mensais, durou dois anos e foi feito por inexigibilidade de licitação sob a alegação de que Teófilo oferece serviço singular. Além da contratação direta, a procuradoria sustenta que os serviços advocatícios, na realidade, não foram prestados.

No Triângulo Mineiro, em Iturama, o prefeito Cláudio Burrinho (PSC) é réu por direcionar licitação e superfaturamento em contrato de empresa para realizar o Carnaval.

Burrinho favoreceu a firma de seu apoiador político. Sem concorrência, a empresa abocanhou dois contratos, um de R$ 436 mil, e outro de R$ 550 mil para fazer a festa do Momo. Para inflar o orçamento da folia, bandas de terceiro escalão foram contratadas como se fossem músicos consagrados.

Em Bela Vista de Minas, o prefeito Wilber José de Souza (DEM) é réu por uma questão inusitada: ele gastou dinheiro de outra cidade. Como ocorre a cada ano, a Prefeitura de BH repassou uma quantia relativa à participação dos municípios na partilha do bolo da receita tributária do IPVA. No entanto, de forma equivocada, a capital depositou R$ 919 mil, em vez dos R$ 17 mil devidos. Mesmo após ter sido previamente avisado para não gastar o volume recebido a mais, cerca de R$ 901 mil, o democrata ignorou o alerta da tesouraria da prefeitura e usou a verba. Com o reforço inesperado no caixa, empenhou dinheiro indevidamente para pagar pessoal, custear educação, saúde e “diversos”.

Em Ouro Preto, o prefeito José Leandro Filho (PSDB) é réu por alterar o aspecto da cidade histórica e descumprir ordem judicial. Conforme a denúncia, o gestor determinou a retirada dos paralelepípedos das vias do Distrito de Rodrigo Silva, classificado como zona de proteção especial, e mandou asfaltar o local. No entendimento do procurador que ofereceu a ação judicial, a medida causou grande alteração na paisagem.

Em Juiz de Fora, o prefeito Bruno Siqueira (PMDB) é acusado de crime de responsabilidade. Contrariando decisão judicial, o peemedebista se recusou a determinar a realização de exame de urgência de uma grávida de gêmeos. A mulher, por sua vez, só conseguiu fazer o exame tempos depois, após o MPE exigir o cumprimento da ordem judicial.

Nas prefeituras, resposta às acusações apenas por meio de notas das assessorias

Procurados pela reportagem, nenhum prefeito quis dar entrevista. Alguns gestores se posicionaram por meio de nota.

O prefeito de Juiz de Fora, Bruno Siqueira (PMDB), por meio de comunicado preparado pela assessoria de imprensa da prefeitura, contestou a denúncia da procuradoria em BH. De acordo com o peemedebista, o exame da grávida de gêmeos foi realizado a tempo. Para ele, não houve descumprimento da ordem judicial.

A assessoria de Siqueira encaminhou ainda um despacho da promotoria da comarca local informando o arquivamento da investigação na esfera cível. Na área criminal, porém, o prefeito permanece na condição de réu.

Também por meio de nota, a Prefeitura de Betim fez a seguinte consideração: “os referidos processos são de caráter pessoal contra o prefeito Carlaile Pedrosa e estão sendo amplamente defendidos na esfera judicial por advogados contratados particularmente. Em razão disso, não é da competência da Procuradoria Geral do Município tecer considerações”.

Já o prefeito de Ouro Preto, José Leandro Filho (PSDB), por meio de nota da assessoria de imprensa, informou que “processos envolvendo agentes políticos não fazem parte do rol de informações institucionais, razão pela qual descabe à Assessoria de Comunicação da Prefeitura pronunciar-se à respeito”.

Os prefeitos de João Monlevade, Pouso Alegre, Iturama, Bela Vista de Minas e Nova Ponte foram insistentemente procurados durante a semana pelo Hoje em Dia. Os gestores, no entanto, não atenderam aos pedidos de entrevista encaminhados por telefone e e-mail.


A reportagem procurou ainda o TCE para saber se o conselheiro Mauri Torres, pai do prefeito de João Monlevade, Teófilo Torres, queria se posicionar, mas também não obteve resposta.

Dois são presos em investigação sobre a morte de universitário mineiro em festa universitáriaDois são presos em investigação sobre a morte de universitário mineiro em festa universitária

Humberto Moura Fonseca, de 23 anos, que não resistiu depois de sofrer um infarto durante evento regado a álcool em Bauru, na Região Centro-Oeste de São Paulo.

Duas pessoas foram presas pela Polícia Civil durante a investigação sobre a morte do estudante mineiro Humberto Moura Fonseca, de 23 anos, que não resistiu depois de sofrer um infarto durante uma festa universitária regada a álcool em Bauru, na Região Centro-Oeste de São Paulo.

 O rapaz era da cidade de Passos, no Sul de Minas, e estava no 4º ano de Engenharia Elétrica na Universidade Estadual Julio de Mesquita (Unesp).

Ele morreu durante o evento “open bar” InterReps, depois de participar de uma competição para decidir quem era capaz de ingerir mais bebida alcoólica.

Segundo o delegado de plantão da Polícia Civil de Bauru, Mário Henrique de Oliveira Ramos, os dois suspeitos foram presos em flagrante e podem responder por homicido com dolo eventual, já que uma competição que fazia parte da programação do evento incitava a ingestão de álcool em excesso.

De acordo com as investigações, bastou uma hora para que os estudantes ficassem completamente embriagados. O boletim de ocorrência da Polícia Militar aponta que o evento tinha início previsto para as 15 horas, e às 16h a corporação foi acionada para atender casos de embriaguez em excesso.

Ainda conforme a PM, havia na festa algo semelhante a uma competição para decidir quem conseguia ingerir mais bebida alcoólica. Fonseca passou mal exatamente depois de participar da disputa. Ele chegou a ser socorrido por colegas, mas já chegou morto ao pronto-socorro.

Outros seis estudantes da Unesp também passaram mal no evento, sendo que três foram internados em unidades de saúde de Bauru, em estado grave. Mateus Carvalho estava no Hospital da Unimed; Juliana Tibúrcio Gomes, de 19 anos, foi para o Hospital de Base; e Gabriela Alves Correa, de 23, seguiu para o Hospital Estadual.

Enterro

O corpo do jovem já está em Passos e deve ser enterrado neste domingo, às 18h, no cemitério municipal da cidade. Segundo familiares do estudante, o laudo do Instituto Médico Legal aponta que Humberto morreu depois de sofrer um infarto. Exames serão feitos para confirmar se a morte foi causada pelo excesso de bebida alcoólica.

Unesp


A universidade divulgou nota oficial em que destaca que a festa ocorreu fora de suas dependências - "no câmpus, a bebida alcoólica é proibida" - e lamentou a morte do estudante. Informou ainda que proíbe trotes e destacou que distribui folhetos para novos alunos com essa informação.

Homem tem perna decepada ao ser atropelado por trem da Vale em Itabira

Atropelamento aconteceu na manhã deste domingo (1) no aglomerado São Bento, em Itabira (MG).

Um homem foi atropelado por um trem da Vale na manhã deste domingo, 1º de março, na altura do aglomerado São Bento, em Itabira (MG). A vítima teve a perna esquerda decepada.

Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros foram para o local e socorreram Welinton de Alcântara, de 30 anos, conhecido como “PM”. Ele foi levado para o Pronto-Socorro Municipal de Itabira em estado grave, mas consciente.

O trem estava vazio e subia sentido à mina Conceição. O maquinista disse à Polícia Militar que, ao avistar o homem deitado nos trilhos, acionou a buzina e os freios de emergência, mas o Welinton continuou imóvel. O acidente foi inevitável.


O rapaz teve a perna decepada na altura da canela. Seu pé ficou preso sob a roda de ferro do trem. A PM suspeita que a vítima estivesse alcoolizada, por isso não ouviu a buzina.