sábado, 7 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
BR 116 SERÁ PARALIZADA POR FALTA DE SEGURANÇA
A população
de Caraí, Padre Paraiso e Ponto dos Volantes, indignados com a falta de
segurança, resolveu depois de tantos pedidos de furtos, roubos e assaltos,
tomar a medida própria, já que as autoridades, não atendem a demanda.
PONTOS DOS VOLANTES (7 mil habitantes)
- Explosão em Agência Bancária na Praça Principal
- Assaltos Várias vezes à agência lotérica
- Crimes de homicídios sem “autores”
- Pedágios de marginais no centro e periferia
- Prostituição e Drogas Circulam livremente nos Auto Postos da BR 116 (2 próximo ao Centro)
- Apenas um redutor de Velocidades do lado norte, fuga fácil e rápida
- Polícia para atender ocorrência “tranca o quartel”
- Disparos de armas pesadas por bandidos em lojas do centro pela madrugada
- Distritos e Povoados sem posto policial
- Ocorrências na Br116 de alçada da Polícia Rodoviária Federal, distante 20Km
PADRE
PARAISO (20 mil habitantes)
- Falta de Policiais Militares nas ruas
- Policiamento insuficiente, sem atendimento pelo 190
- Bandidos frequentes em assaltos
- Homicídios constantes
- Pedágios na periferia e à noite no centro (marginais)
- Drogas livres em circulação
- Distritos e povoados sem policiamento
- Roubos de motos e veículos constantes
- Alunos assaltados e roubados ao sair das escolas
- Risco ao transitar a noite pela cidade
- Sons ensurdecedores em veículos pelas ruas
CARAÍ (população distrital)
Ponto do
Marambaia (3 mil habitantes), sem atendimento nem posto policial (fechado sem
uso), sem torre de telefonia ou internet, falta de posto avançado de bancos ou
agencia lotérica, trevo de acesso fácil deslocamento para fugitivos.
Sem trevo ou redutor de velocidade, alto risco de acidentes.
Marambainha – 1.200 habitantes, sem posto policial ou atendimento de segurança, pedágio na estrada, de assaltantes, não se trafega pela estrada após as 17:00h.
Vila Nova – aproximadamente 900 habitantes, homicídios, assaltos e roubos, BR sem trevo ou redutores de velocidade e placas de sinalização.
Sem trevo ou redutor de velocidade, alto risco de acidentes.
Marambainha – 1.200 habitantes, sem posto policial ou atendimento de segurança, pedágio na estrada, de assaltantes, não se trafega pela estrada após as 17:00h.
Vila Nova – aproximadamente 900 habitantes, homicídios, assaltos e roubos, BR sem trevo ou redutores de velocidade e placas de sinalização.
Todos outros distritos em igual ou pior situação
segunda-feira, 2 de março de 2015
ONDE ESTÁ A ORDEM E PROGRESSO DA BANDEIRA BRASILEIRA? E A LIBERDADE QUE AINDA TARDIA DE MINAS GERAIS?
Enquanto estão acontecendo, as descobertas dos bandidos na
politica brasileira, que vêm usando suas ocupações com a prioridade de
corrupção.
A atenção dos brasileiros está voltada para as reportagens e
notícias do dinheiro surrupiado pelos facínoras engravatados, com imunidade e
poder nos palácios e outros órgãos estatais.
Porém as crises das administrações, maquinadas por uma organização
técnica de um cartel, está levando o país para piores situações, que superam as
anteriores.
E o brasileiro, o que está fazendo? Apenas gritando, usando
de manifestações que nada adiantam, pois o poder coloca nas ruas a policia para
impedir, que isto cresça e vire um plebiscito, ou propriamente um “impeachment.
A desordem é necessária que seja eliminada, pois gera maior
violência. O que transforma todos estes atos em circulo “vicioso”.
A corrupção não é também uma violência?
Então estamos vivendo o dia-a-dia entre violências, a começar
dos governos. E como parar isso?
Enquanto estivermos sob um Regime Democrático e Sistema
Capitalista, predomina o capitalismo e transforma o regime em uma anarquia sem
limite. A palavra RESPEITO, não tem mais o mesmo sentido no nosso vocabulário,
foi substituído pelo MEDO.
Hoje respeito a nada e medo de tudo.
Onde está a ORDEM e o PROGRESSO? Estamos no mundo futurista.
Época que tudo deveria ser evoluído, principalmente a moralidade que hoje está
nutrida de classe e categorias com conhecimentos técnicos.
Mas se observarmos, tudo isto vem do reflexo do Woodstock, que tinha como objetivo a
liberdade de expressão e o direito de ir e vir, mas transformado pela rebeldia
dos jovens, em perversão, como a prática da prostituição e domínio das drogas.
O Brasil em plena época da nanotecnologia, 65% dos roubos está
nos governos, 68% das drogas mais 71% da
prostituição, estão nas universidades.
O que realmente precisa o Brasil é uma reciclagem total, mas
que tenha início na EDUCAÇÃO, daí é gera tudo,
pois nesta esfera que localiza a base.
domingo, 1 de março de 2015
FGV: pela 1ª vez, comércio prevê demissões nos próximos meses
A percepção
de que a demanda está fraca e que as vendas não devem se recuperar nos próximos
meses aumentou a chance de cortes de vagas no comércio, uma das atividades que
ainda sustenta o mercado de trabalho no País. Em fevereiro, o quesito de
emprego previsto para os próximos três meses ficou pela primeira vez abaixo dos
100 pontos, um indicativo de que mais empresas pretendem diminuir pessoal do
que contratar, segundo a Sondagem do Comércio divulgada nesta semana pela
Fundação Getulio Vargas (FGV).
"O
setor já vem em desaceleração desde o ano passado, e a possibilidade de cortes
aumentou, seja na forma de não contratar para repor alguém que saiu ou de
demitir, mesmo", afirmou o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da
FGV, Aloisio Campelo.
Neste mês, o
quesito de emprego previsto ficou em 98,2 pontos. Isso significa que a fatia de
comerciantes que pretendem cortar vagas é 1,8 ponto porcentual maior do que a
parcela daquelas que vão aumentar. Desde o início da série, em março de 2010, é
a primeira vez que isso ocorre.
A virada na
tendência de emprego foi disseminada. De todos os setores, apenas o comércio de
veículos já apontava intenção de demitir já em meados de 2014. Agora, materiais
de construção, atacado e os setores mais tradicionais do varejo (que compõem o
chamado segmento restrito) manifestam a mesma pretensão.
Campelo
lembrou que o comércio, segmento importante no setor de serviços, é um grande
empregador. Por isso, a tendência negativa apontada na sondagem preocupa,
embora os dados quantitativos ainda mostrem geração de postos de trabalho.
Hoje, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que, a
despeito de a taxa de desemprego ter aumentado na passagem de dezembro para
janeiro, o comércio gerou 13 mil vagas nas seis principais regiões
metropolitanas do País que compõem a Pesquisa Mensal de Emprego.
Além disso,
as avaliações de demanda fraca no momento presente, diante da decisão do
consumidor de priorizar gastos essenciais e ter de equilibrar o orçamento,
também atingem as expectativas, o que sinaliza que os comerciantes não esperam
recuperação nas vendas.
"Mais
de um terço das empresas listam demanda insuficiente em fevereiro. É um
recorde", mencionou o superintendente. "O empresário prevê
continuidade desse processo de desaceleração, e tudo isso bate na questão do
emprego", acrescentou.
Neste mês, a
confiança do comércio despencou. A queda foi de 8,8% ante janeiro, a mais
intensa da história. O resultado também fez com que o nível chegasse ao piso da
série. Além da percepção sobre a demanda, a tendência de negócios para os
próximos seis meses também vai mal, na visão dos empresários. A recomposição
das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) contribuiu para
desanimar o setor, especialmente os de bens duráveis.
Mais de 100 prefeitos de Minas Gerais na mira da Justiça
Cento e seis
prefeitos do interior respondem a processos criminais no Tribunal de Justiça de
Minas Gerais (TJMG). As acusações são diversas. Vão de irregularidades em
licitações públicas, crimes de responsabilidade e desvio de verbas até
destruição de patrimônio histórico, além de desobediência de ordem judicial,
entre outros.
Os dados
fazem parte de relatório exclusivo preparado pela Procuradoria de Combate aos
Crimes Praticados por Prefeitos, do Ministério Público Estadual (MPE) em BH, a
pedido do Hoje em Dia. Nenhum processo corre em segredo de Justiça.
As ações
criminais correspondem ao período de fevereiro de 2013 a janeiro deste ano.
Todos os réus estão no exercício do cargo. Como possuem foro privilegiado por
prerrogativa de função, cabe aos desembargadores do TJMG decidirem o destino
dos políticos. Conforme o relatório da procuradoria, as irregularidades atingem
cidades pequenas e grandes.
Em Nova
Ponte, município com 14 mil habitantes, o prefeito José Divino (PP) responde a
dez processos na segunda instância do Judiciário. Todos eles por fraude em
licitação e alienação de imóveis sem amparo legal. Em um deles, Divino é réu
acusado de ter executado um “esquema concatenado para dilapidar o patrimônio
público” da cidade.
De acordo
com a procuradoria, o prefeito negociou imóveis do município a preços
subavaliados em até 2000%. Somente numa dessas transações, deu um prejuízo de
R$ 890 mil. Segundo a denúncia, uma das compradoras dos imóveis é uma
adolescente que, na época, tinha 12 anos. A menina tinha como representante a
irmã dela, namorada do filho do prefeito Divino.
Na rica
Betim, na região Metropolitana de BH, o prefeito Carlaile Pedrosa (PSDB)
enfrenta quatro processos. Em três deles, é acusado de fraudar licitações num
esquema denominado pela procuradoria como “jogo de planilha”. Somados, os
desvios somam R$ 18,7 milhões.
De acordo
com os investigadores, essa tática de direcionamento de contrato funciona da
seguinte forma: para sair vitoriosa na concorrência, a empresa apresenta
proposta com preços muito abaixo aos praticados no mercado.
Em seguida,
no decorrer da execução da obra, são celebrados aditivos com acréscimos sob a
justificativa de necessidade de adequação do contrato.
Um dos
acordos, no valor de R$ 7,3 milhões, beneficiou uma empreiteira contratada para
ampliar e reformar o Centro Administrativo da cidade. Descoberto pela Polícia
Federal (PF) no curso da Operação João de Barro, o golpe contou com os mesmos
empresários ligados ao esquema que resultou em rombo de R$ 700 milhões de verbas
de orçamento do PAC. Os outros dois contratos, de R$ 5,7 milhões cada um,
seriam para “atualização do banco de dados” e “limpeza urbana”. Junto com
ex-colaboradores, o prefeito responde a outro processo. Dessa vez, por crimes
contra as finanças públicas a partir de contratação de operação de crédito.
Apropriação
Primeiro
prefeito reeleito em Pouso Alegre, no Sul de Minas, Agnaldo Perugini (PT) é
alvo de processo por envolvimento com licitação do tipo “carta marcada”.
Perugini responde a processo por fraude em licitação pública e apropriação de
bens públicos. Segundo a acusação, o petista direcionou um contrato de R$ 11
milhões para empresa que prometia implantar sinais e fiscalizar o trânsito da
cidade. Sem qualquer projeto básico ou estudo técnico, diversos equipamentos,
como radares e lombadas de controle de velocidade, foram instalados em locais
com reduzida circulação de veículos em “claro abuso e gasto desnecessário de
dinheiro público”. Na ação, a procuradoria relata que tal combinação foi feita dentro
do gabinete do prefeito.
Farra dos
administradores municipais inclui até gastos com recursos de outra cidade
No relatório
da Procuradoria de Combate aos Crimes Praticados por Prefeitos consta casos
curiosos de prefeitos processados junto ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais
(TJMG).
Em seu
primeiro mandato, o prefeito de João Monlevade, Teófilo Torres (PSDB), filho do
conselheiro do TCE Mauri Torres, é réu acusado de ter se beneficiado de verbas
desviadas de outra cidade. Segundo a procuradoria, o então prefeito de Nova
Serrana, Paulo Cézar de Freitas (PDT), contratou Teófilo, que é advogado, para
prestar assessoria jurídica nas áreas tributária e previdenciária.
O contrato,
de R$ 5 mil mensais, durou dois anos e foi feito por inexigibilidade de
licitação sob a alegação de que Teófilo oferece serviço singular. Além da
contratação direta, a procuradoria sustenta que os serviços advocatícios, na
realidade, não foram prestados.
No Triângulo
Mineiro, em Iturama, o prefeito Cláudio Burrinho (PSC) é réu por direcionar
licitação e superfaturamento em contrato de empresa para realizar o Carnaval.
Burrinho
favoreceu a firma de seu apoiador político. Sem concorrência, a empresa
abocanhou dois contratos, um de R$ 436 mil, e outro de R$ 550 mil para fazer a
festa do Momo. Para inflar o orçamento da folia, bandas de terceiro escalão
foram contratadas como se fossem músicos consagrados.
Em Bela
Vista de Minas, o prefeito Wilber José de Souza (DEM) é réu por uma questão
inusitada: ele gastou dinheiro de outra cidade. Como ocorre a cada ano, a
Prefeitura de BH repassou uma quantia relativa à participação dos municípios na
partilha do bolo da receita tributária do IPVA. No entanto, de forma
equivocada, a capital depositou R$ 919 mil, em vez dos R$ 17 mil devidos. Mesmo
após ter sido previamente avisado para não gastar o volume recebido a mais,
cerca de R$ 901 mil, o democrata ignorou o alerta da tesouraria da prefeitura e
usou a verba. Com o reforço inesperado no caixa, empenhou dinheiro
indevidamente para pagar pessoal, custear educação, saúde e “diversos”.
Em Ouro
Preto, o prefeito José Leandro Filho (PSDB) é réu por alterar o aspecto da
cidade histórica e descumprir ordem judicial. Conforme a denúncia, o gestor
determinou a retirada dos paralelepípedos das vias do Distrito de Rodrigo
Silva, classificado como zona de proteção especial, e mandou asfaltar o local.
No entendimento do procurador que ofereceu a ação judicial, a medida causou
grande alteração na paisagem.
Em Juiz de
Fora, o prefeito Bruno Siqueira (PMDB) é acusado de crime de responsabilidade.
Contrariando decisão judicial, o peemedebista se recusou a determinar a
realização de exame de urgência de uma grávida de gêmeos. A mulher, por sua
vez, só conseguiu fazer o exame tempos depois, após o MPE exigir o cumprimento
da ordem judicial.
Nas
prefeituras, resposta às acusações apenas por meio de notas das assessorias
Procurados
pela reportagem, nenhum prefeito quis dar entrevista. Alguns gestores se
posicionaram por meio de nota.
O prefeito
de Juiz de Fora, Bruno Siqueira (PMDB), por meio de comunicado preparado pela
assessoria de imprensa da prefeitura, contestou a denúncia da procuradoria em
BH. De acordo com o peemedebista, o exame da grávida de gêmeos foi realizado a
tempo. Para ele, não houve descumprimento da ordem judicial.
A assessoria
de Siqueira encaminhou ainda um despacho da promotoria da comarca local
informando o arquivamento da investigação na esfera cível. Na área criminal,
porém, o prefeito permanece na condição de réu.
Também por
meio de nota, a Prefeitura de Betim fez a seguinte consideração: “os referidos
processos são de caráter pessoal contra o prefeito Carlaile Pedrosa e estão
sendo amplamente defendidos na esfera judicial por advogados contratados
particularmente. Em razão disso, não é da competência da Procuradoria Geral do
Município tecer considerações”.
Já o
prefeito de Ouro Preto, José Leandro Filho (PSDB), por meio de nota da
assessoria de imprensa, informou que “processos envolvendo agentes políticos
não fazem parte do rol de informações institucionais, razão pela qual descabe à
Assessoria de Comunicação da Prefeitura pronunciar-se à respeito”.
Os prefeitos
de João Monlevade, Pouso Alegre, Iturama, Bela Vista de Minas e Nova Ponte
foram insistentemente procurados durante a semana pelo Hoje em Dia. Os
gestores, no entanto, não atenderam aos pedidos de entrevista encaminhados por
telefone e e-mail.
A reportagem
procurou ainda o TCE para saber se o conselheiro Mauri Torres, pai do prefeito
de João Monlevade, Teófilo Torres, queria se posicionar, mas também não obteve
resposta.
Dois são presos em investigação sobre a morte de universitário mineiro em festa universitáriaDois são presos em investigação sobre a morte de universitário mineiro em festa universitária
Humberto
Moura Fonseca, de 23 anos, que não resistiu depois de sofrer um infarto durante
evento regado a álcool em Bauru, na Região Centro-Oeste de São Paulo.
Duas pessoas
foram presas pela Polícia Civil durante a investigação sobre a morte do
estudante mineiro Humberto Moura Fonseca, de 23 anos, que não resistiu depois
de sofrer um infarto durante uma festa universitária regada a álcool em Bauru,
na Região Centro-Oeste de São Paulo.
O rapaz era da cidade de Passos, no Sul de
Minas, e estava no 4º ano de Engenharia Elétrica na Universidade Estadual Julio
de Mesquita (Unesp).
Ele morreu
durante o evento “open bar” InterReps, depois de participar de uma competição
para decidir quem era capaz de ingerir mais bebida alcoólica.
Segundo o
delegado de plantão da Polícia Civil de Bauru, Mário Henrique de Oliveira
Ramos, os dois suspeitos foram presos em flagrante e podem responder por homicido
com dolo eventual, já que uma competição que fazia parte da programação do
evento incitava a ingestão de álcool em excesso.
De acordo
com as investigações, bastou uma hora para que os estudantes ficassem
completamente embriagados. O boletim de ocorrência da Polícia Militar aponta
que o evento tinha início previsto para as 15 horas, e às 16h a corporação foi
acionada para atender casos de embriaguez em excesso.
Ainda
conforme a PM, havia na festa algo semelhante a uma competição para decidir
quem conseguia ingerir mais bebida alcoólica. Fonseca passou mal exatamente
depois de participar da disputa. Ele chegou a ser socorrido por colegas, mas já
chegou morto ao pronto-socorro.
Outros seis
estudantes da Unesp também passaram mal no evento, sendo que três foram
internados em unidades de saúde de Bauru, em estado grave. Mateus Carvalho
estava no Hospital da Unimed; Juliana Tibúrcio Gomes, de 19 anos, foi para o
Hospital de Base; e Gabriela Alves Correa, de 23, seguiu para o Hospital
Estadual.
Enterro
O corpo do
jovem já está em Passos e deve ser enterrado neste domingo, às 18h, no
cemitério municipal da cidade. Segundo familiares do estudante, o laudo do
Instituto Médico Legal aponta que Humberto morreu depois de sofrer um infarto.
Exames serão feitos para confirmar se a morte foi causada pelo excesso de
bebida alcoólica.
Unesp
A
universidade divulgou nota oficial em que destaca que a festa ocorreu fora de
suas dependências - "no câmpus, a bebida alcoólica é proibida" - e
lamentou a morte do estudante. Informou ainda que proíbe trotes e destacou que
distribui folhetos para novos alunos com essa informação.
Homem tem perna decepada ao ser atropelado por trem da Vale em Itabira
Atropelamento
aconteceu na manhã deste domingo (1) no aglomerado São Bento, em Itabira (MG).
Um homem foi
atropelado por um trem da Vale na manhã deste domingo, 1º de março, na altura
do aglomerado São Bento, em Itabira (MG). A vítima teve a perna esquerda
decepada.
Equipes do
Samu e do Corpo de Bombeiros foram para o local e socorreram Welinton de
Alcântara, de 30 anos, conhecido como “PM”. Ele foi levado para o
Pronto-Socorro Municipal de Itabira em estado grave, mas consciente.
O trem
estava vazio e subia sentido à mina Conceição. O maquinista disse à Polícia
Militar que, ao avistar o homem deitado nos trilhos, acionou a buzina e os
freios de emergência, mas o Welinton continuou imóvel. O acidente foi
inevitável.
O rapaz teve
a perna decepada na altura da canela. Seu pé ficou preso sob a roda de ferro do
trem. A PM suspeita que a vítima estivesse alcoolizada, por isso não ouviu a
buzina.
Assinar:
Postagens (Atom)



